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sábado, 18 de junho de 2011

Estudante de Serviço Social







Em um artigo publicado pela revista de serviço social em 1998, com o seguite tema: O que é serviço social? vigência de um "velho problema e desafio para a formação profissional, escrita Evaristo Colmán, me faz repensar em tudo aquilo escrito a mais de uma década atrás, sobre a profissão...






Então, assim segue a escrita, dizendo que por mais arguta que seja nossa percepção das mudanças no 'mundo do trabalho', não completa-enquanto o cenário onde o futuro assistente social irá desempenhar sua profissão-se não contemplar uma definição do que é essa profissão e para onde estar caminhando. E sem esse norte, a formação de assistentes sociais terá raízes muito frágeis. E neste ponto, a atenção do sistema escolar(as faculdades e universidade) para o problema da natureza torna-se um elemento de sobrevivência, pois se não produzir as qualificações demandadas pelo mercado, a escola corre o risco de ser substituida por outro sistema ou, no limite, a profissão reduzir seus espaços e as escolas também.





No limite, o que está colocando para as escolas, é que se pretende ser um centro formado de profissioais, e não apenas um sistema mais ou menos burocrático de distribuição de diplomas, deve ela resolver esta questão: O que é o Serviço Social? Somente a partir disto poderá ela, não apenas capacitar os futuros profissionais, mas influenciar nos rumos da profissão. Se pelo contrário, continuar desprezando este problema, perderá influência e reforçará o sentimento que muita gente já manifesta, o de que quem forma o assistente social é na verdade o mercado.




Então, passados 13 anos, depois desta publicação o que vem em meus pensamentos é que as faculdades privadas estão deixando a desejar sobre realmente o que é o Serviço Social, não culpo os professores, pois muitos dos que tive conseguiram passar a profissão, mais infelismente no segmento privado o conceito dessa profissão esta sumindo cada vez mais ao ponto de terem até que arrumar outra maneira de alunos irem ao campo( que é obrigatório na grade curricular) alunos em fase de formação, vão concluir seu curso sem ao menos terem colocado em prática a sua futura profissão, enfim, o GRITO é de liberdade para alunos do segmento privado, que perdem cada vez seu espaço e não abrem seus olhos para a real finalidade que a IES quer sobre ele, que ao final de cada mês só querem é mesmo lucrar R$, tornando assim o curso numa prática de mercadoria, em que muita dessas quem acaba perdendo e pagando o "pato" é o aluno.






Aqui é um grito de socorro pelo estágio 1 e 2 por não ter ido á campo.






Espero que o serviço social não acabe se tornando cada dia mais uma mercadoria nas mãos dos capitalistas que abrem uma faculdade, e só querem lucrar com pessoas que apostam seus sonhos, seu tempo, sua dedicação em bancos de suas salas particulares.




Obs.: E parabéns pelo guerreiros (professores) que passam ali seus conhecimentos e tentam amenizar os estragos do sistema capitalista dentro das faculdades particulares.





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